sexta-feira, 23 de maio de 2008

In a galaxy far...far away!

Um pequeno planeta chamado Parque das Nações... :)


Paz e serenidade... (actualizado)

O título foi dado, sem saber, pelo meu professor de publicidade Carlos Duarte, quando viu estas imagens pela primeira vez e revelou as sensações que estas lhe proporcionaram. Bom, eu diria que se assim foi, óptimo! Missão cumprida! :)



Legenda das imagens por ordem: Azenhas do Mar (Sintra); Azenhas do Mar (Sintra); Baleal (Peniche); Alvares (Góis); Alvares (Góis).

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Algarve

Gosto do Algarve! Não necessariamente das praias no Verão, mas DO Algarve. Desde as praias ao interior, passando pelas não menos importantes pessoas. As próprias aldeias têm o seu especial "ar" algarvio, com as ruas estreitas e as casas brancas com as tão características chaminés. Enfim, o Algarve não é só "camones" da côr de lagostas no Verão...é muito mais que isso!

N125 sobre o rio Arade





O "Sítio das Fontes" (Estômbar), um local com um cantinho especial reservado na minha memória.




Ruínas do Castelo de Paderne, um castelo diferente de todos os outros que tinha visto até então.

Mais fotos do Algarve (2006)------» http://nrfoto.blog.com//Algarve/

terça-feira, 18 de março de 2008

Bom dia Lisboa! (actualizado)

São 6:45h da manhã, ainda é escuro e encostei a bicicleta perto da Ponte Vasco da Gama à espera que apareça o Sol. Aqui, Lisboa parece uma aldeia, não se vê mais do que uma ou duas pessoas na rua. Eu, com mil cuidados, (e 200% de alerta) lá vou mudando a objectiva da máquina fotográfica e, ao mesmo tempo, fazendo na minha cabeça a fotografia que vou tirar. Aproximam-se dois vultos vindos do escuro que a ponte faz na margem do Tejo, segundos depois, reparo que é um casal na casa dos 60 anos que deve estar a fazer a sua caminhada matinal... Quando passam por mim, oiço algo que não esperava ouvir numa cidade onde ninguém se conhece: "Bom dia!". Enquanto respondo ao simpático casal, penso para comigo: "Devo ter ouvido mal, estamos em Lisboa certo?" Por incrível que pareça não foram os únicos a fazer-me lembrar as aldeias onde toda a gente cumprimenta toda a gente, mesmo quando não se conhecem de lado nenhum. E depois destes pequenos momentos de felicidade, o Sol quase que já espreitava e pus-me a fotografar debaixo dos olhares das poucas pessoas que vão passando e, concerteza pensando: " O que é que este gajo está aqui a fazer com uma máquina fotográfica a uma hora destas???"

Bom, aqui ficam algumas imagens.











quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mértola

Mais um trabalhinho para o curso, e desta vez fui parar a Mértola...e arredores.








De S.Domingos ao Pomarão - O percurso do minério

Bairro dos operários da Mina de S. Domingos



Ruínas das oficinas ferroviárias

Poço Malacate nº6



Poço Malacate nº6



Lago de águas ácidas na corta da mina




Ponte sobre o antigo troço ferroviário, agora inexistente



Instalações de britagem da Moitinha



Fábricas de enxofre da Achada do Gamo



Paisagem junto das fábricas de enxofre




Fábricas de enxofre da Achada do Gamo



Túnel ferroviário na chegada ao porto mineiro do Pomarão



Porto mineiro do Pomarão


As Minas de S. Domingos, ficam no concelho de Mértola a cerca de 17Km desta vila-museu. A exploração mineira neste local teve início no período romano, porém o actual povoado deve a sua existência ao desenvolvimento da mina a partir de 1859, com a construção do importante e complexo sistema ferroviário de via reduzida, que permitia transportar o minério ao longo dos 17 Km que distam a corta da mina, do porto mineiro do Pomarão.
Os vagões eram inicialmente puxados por muares (processo tramway), só a partir de 1867 foram utilizadas locomotivas a vapor para transportar o minério, entre as várias fases do seu processamento. No circuito ascendente, as locomotivas transportavam, essencialmente pessoal e equipamento necessário ao funcionamento da mina. Este sistema ferroviário, foi no século XIX, a principal vantagem tecnológica da mina, sendo contemporâneo do primeiro troço ferroviário Lisboa - Carregado de 1856. Esta vantagem permitia à empresa Mason & Barry o rápido escoamento do minério.
Da corta apenas resta um lago de águas ácidas características deste tipo de exploração, águas estas que estão presentes em vários sítios ao longo do caminho. Logo ao lado da corta, as oficinas e o Poço Malacate nº6, dominam a paisagem mais próxima, na qual se inclui também a primeira central eléctrica do Alentejo.
Após ser extraído, o minério era transportado para a instalação de britagem da Moitinha, nos campos de cementação do vale da ribeira de S. Domingos ou para a fábrica de enxofre da Achada do Gamo.
Depois de receber o minério triturado na Moitinha, as fábricas de enxofre da Achada do Gamo, produziam o enxofre e pirite que juntamente com o cobre proveniente dos campos de cementação, seguiam para o porto mineiro do Pomarão, de onde a empresa Mason & Barry os enviava por via marítima para Inglaterra.
Hoje em dia apenas restam as memórias e as ruínas do intenso labor de outrora, que deixou uma pesada herança reflectida na paisagem com grande volume de escorias com elevados teores metálicos, ph ácido e elevada condutividade, que acompanha o percurso até ao Pomarão.
Do outrora extenso sistema ferroviário já resta pouco. Os carris desapareceram, e só nalgumas zonas se vislumbram as travessas de madeira que os suportavam, sendo mais evidentes junto do porto, e das fábricas da Achada do Gamo. São bem visíveis as pontes (que hoje servem a circulação de automóveis), e os túneis com toda a sua espectacularidade intacta, apesar da degradação evidente e inevitável.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Óbidos-Maravilha de Portugal

Voltei a fotografar Óbidos, desta vez no âmbito de um trabalho para o curso de fotografia, e pela primeira vez desde que foi classificada como maravilha de Portugal.